Dossiê de imprensa.
Biografia em três extensões, sinopse do livro, os oito princípios em uma única página. Todo o texto é copiável diretamente — não é preciso pedir um ZIP.
BIO CURTA · UMA LINHA
Leonardo Arguedas Rodríguez é arquiteto de software e autor de Arquitetura Soberana, um marco para modernizar-se com IA sem entregar o controle.
BIO MÉDIA · UM PARÁGRAFO
Leonardo Arguedas Rodríguez é arquiteto de software com duas décadas em sistemas críticos para bancos, governo e manufatura latino-americana. É autor de Arquitetura Soberana e fundador da TransformIQ, a consultoria a partir da qual aplica o marco com organizações públicas e privadas da região.
BIO LONGA · PERFIL COMPLETO
Arquiteto de software com duas décadas em sistemas críticos para banca, governo e manufatura latino-americana. Trabalhei por dentro a transição de sistemas mainframe para a nuvem, e por dentro também o momento mais recente: a transição da nuvem para os modelos.
Arquitetura Soberana nasce de uma pergunta que voltou a aparecer em cada projeto dos últimos três anos — ministérios, bancos, empresas familiares grandes, equipes técnicas pequenas. A pergunta é sempre a mesma: como modernizar sem que a modernização se torne cessão. A resposta curta da indústria — «adotem tudo o que é novo, o mais rápido possível» — é comercialmente conveniente e operacionalmente errada. Este livro é a resposta longa.
Vivo em San José, Costa Rica. Escrevo a cada quinzena. Dou aulas ocasionais. Aceito convites para palestras quando o contexto justifica.
FOTO EM ALTA RESOLUÇÃO
Em preparação — será publicada assim que existir uma foto em alta resolução.
SINOPSE DO LIVRO
O primeiro livro publicado por Leonardo Arguedas Rodríguez articula uma posição que a conversa pública sobre IA vem evitando: nem a modernização a qualquer custo de Karp, nem a denúncia tecnofeudal de Varoufakis bastam para quem deve decidir, esta semana, o que assinar e o que não assinar. Arquitetura Soberana propõe um marco operacional — uma doutrina de pilha dupla, oito princípios e quatro aplicações — para reter a camada onde se decide enquanto se moderniza a camada onde se executa.
OS OITO PRINCÍPIOS
- § 01Padronização seletivaAdotar o comum para liberar capacidade de decidir o próprio.
- § 02Pilha dupla: execução global, decisão localUma camada de decisão inviolável; uma camada de execução modernizável.
- § 03Camadas antes de silosA modernização ocorre por estratos, não por departamentos.
- § 04Reversibilidade constitucionalNenhum contrato deve tornar irreversível uma decisão soberana.
- § 05Densidade produtiva endógenaProduzir internamente o que multiplica o valor do que se importa.
- § 06Legitimidade deliberativaToda camada de decisão deve sustentar-se em deliberação, não em delegação tecnocrática.
- § 07Gradiente geracionalConstruir hoje o que a próxima geração possa herdar e revisar.
- § 08Soberania pessoal na transiçãoO mesmo princípio se aplica à trajetória individual em transição.